A bola na trave, com apenas três minutos de jogo, em cobrança de falta de Eduardo foi o retrato do primeiro tempo da grande final. Liderado pelo atacante, que carimbaria o travessão em outras duas oportunidades ao longo do jogo, o Vozão dominou as ações da etapa inicial. Apesar das melhores chances de gol, o alvinegro cearense pecou nas finalizações e o placar se manteve inalterado.

Na volta do intervalo, o Coruripe acertou a marcação e cresceu de produção, jogando nos erros do Ceará. No lance mais perigoso, o time da casa por pouco não saiu na frente. Aos 16 minutos, após cobrança de escanteio, o zagueiro Samuel mandou contra a própria meta, mas o goleiro Esau se esticou todo e salvou em cima da linha. Aos 38 minutos, com a expulsão de Esau, os mandantes passaram a pressionar. Em superioridade numérica, o Coruripe chegou ao gol do título já nos acréscimos. Aos 48 minutos, o capitão Mateus cobrou pênalti com firmeza e garantiu a vitória por 1 a 0.